agosto 11, 2009

TEMPORADA DE FURACÓES DO CARIBE 2009

Como vcs podem acompanhar, a temporada já começou faz tempo(15 jun) e nós ainda estamos por aqui!!! Este ano, as tempestades ainda estáo devagar, mas estamos correndo contra o tempo para terminarmos de arrumar algumas coisas que faltam no barco para descermos rumo a Curaçao, e fugir destes Bichos Papoes que todos os anos nos aterrorizam....
As estátisticas para este ano sáo boas, de uma temporada mais calma que a que tivemos ano passado.
Segundo o NOOA, a estimativa é:
6 hurricanes (average is 5.9),
12 named storms (average is 9.6),
55 named storm days (average is 49.1),
25 hurricane days (average is 24.5),
2 intense (Category 3-4-5) hurricanes (average is 2.3) and
5 intense hurricane days (average is 5.0).
Agora só nos resta torcer para que nenhuma tempestade chegue perto das Antilhas...

novembro 06, 2008

OS FURACÕES ACABARAM???


Segundo supertição local, qdo numa destas manhãs vc ver borboletas amarelas , centenas juntas, é sinal de que a temporada de furacões está finalizada.
Na viagem de BVI para St Maarten, já na saída para o mar, avistamos algumas, mas apenas brincamos com a supertição. Ao chegar em St Maarten, a cada instante vemos mais e mais e parece que elas estão aumentando...
Mas esta supertiçào foi por água a baixo, se depender do que aconteceu ontem a tarde. O Furacão PALOMA, ganhou força ao chegar em CUBA virando categoria 3 e destruindo muita coisa que estava pela frente...
Para falar a verdade, ficamos confusos pois não sabemos ainda se já estamos salvos deste “BICHO PAPÃO” que aterroriza os velejadores e terráqueos que ficam por aqui! Vamos torcer para o melhor acontecer!

outubro 18, 2008

FURACÃO OMAR ATINGE AS ANTILHAS: E NÓS ESTÁVAMOS LÁ!

O Furacão Omar é a décima quinta tempestade tropical, o furacão é o quarto furacão maior da temporada de furacões no Atlântico de 2008 que afetou
as ilhas de Barlavento das Pequenas Antilhas em 16 de outubro como um forte furacão de categoria 3 na escala de furacões de Saffir-Simpson. Omar formou-se de uma área de distúrbios meteorológicos em 14 de outubro sobre o leste do mar do Caribe ao norte da ilha holandesa de Curaçao, interrompendo brevemente as operações petrolíferas na Venezuela e suspendendo as unidades de processamento de uma refinaria nas Ilhas Virgens. Inicialmente seguindo para oeste, o sistema começou a seguir para sul-sudeste e depois para leste-nordeste e nordeste devido à passagem de um cavalo de baixa pressão de médias latitudes.
Enquanto seguia em direção para o norte das Pequenas Antilhas, Omar se intensificou rapidamente e se tornou um forte furacão chegando à categoria 3 ao se dirigir para Porto Rico e as ilhas do nordeste do Caribe, e quase chegou à categoria 4 na passagem de Anegada, entre a ilha franco-holandesa de St. Maarten e as Ilhas Virgens. No entanto, logo que deixou as Pequenas Antilhas, forte cisalhamento do vento começou a enfraquecer rapidamente o sistema e em 17 de outubro, Omar se enfraqueceu para uma tempestade tropical.Apesar de ter passado pelo norte das Pequenas Antilhas durante seu pico de intensidade, com ventos de até 205 km/h, Omar provocou apenas danos mínimos,



mais concentrados nas Antilhas Holandesas, pois seu olho e a sua parede do olho não atingiram diretamente nenhuma ilha, exceto uma pequena ilha chamada Sombrero que não é habitada. Apenas uma morte indireta foi relatada em Culebra - Porto Rico, devido à um ataque cardíaco durante os preparativos para a chegada do sistema.
"Se ele iria seguir um caminho que não afetaria ninguém, ou que pelo menos não afetaria ninguém significativamente, então ele com certeza tomou esse caminho".

Omar foi oficialmente designado "Tropical Depression 15" na segunda feira dia 13 de outubro.Em 24 horas, passou a ser "Tropical Storm" e já nominado OMAR. Ele passou a ser um furacão cat.1 na tarde de terça feira . Pegou força e subiu para cat.2 entre as 5 e 8pm de quarta feira e as 11 pm já era cat. 3 ao se aproximar de St Maarten. Assim que passou das Antilhas Holandesas perdeu força e se tornou "Tropical Storm"outra vez ao passar pelas Ilhas Virgens. Esta é a primeira vez em 10 anos que St Maarten estava correndo perigo de uma grande tragédia , a última que passou por aqui foi o furacão Lenny em 1999.
Apesar de não ter causado maiores danos comparados ao Lenny, em 1999, 15a tempestade tropical da temporada de furacões do Atlântico afundou barcos em portos e derrubou árvores e postes de eletricidade em ilhas do Caribe




O lado francês de St Martin não teve muitos danos, alguns alagamentos, árvores, painéis, postes caídos. O lado holandês sofreu mais com a passagem do furacão. Em Simpson Bay, Kin Sha Beach

arrastou embarcações para cima da areia,
a operadora de mergulho OCEAN EXPLORERS foi fortemente atingida na beira da praia
, que aliás, é de nossos queridos amigos brasileiros Jeff e Luciana.(UPDATE: vale enfatizar que a Operadora está trabalhando na limpeza e organização, mas já está operando e mergulhando todos os dias, NORMALMENTE como antes.)
No Lagoon afundaram algumas lanchas entre os piers dos megaiates, e em especial um catamaran em frente a Island Water World foi completamente virado de cabeça p baixo.
Segundo informações de um megaiate que estava aportado por lá, UM TORNADO, facilmente visivel a olho nú , se formou dentro do Lagoon o que resultou nestas avarias...
Em Maho Beach a pista foi tomada pelas ondas, interditando o transito, o bar Sunset

foi destruido completamente e a Boate Bliss idem, com muita areia e estruturas metálicas caidas pelo chão...
A pista continua interditada mesmo 3 dias depois da tragédia.
Mullet Bay foi atingida caindo muitas arvores pela pista, e destelhando muitas casas que ali estavam.
Omar é um furacão atipico em vários aspectos. É o único dos 4 furacões até hoje atingindo as Pequenas Antilhas no final da temporada de furacões. O único furacão cat 3 que ocorreu tardio e bateu em Porto Rico foi em 1867, depois
2 tempestades em 1999, o Jose, cat 2 e o Lenny , cat.4. Lenny foi o único de movimento oeste para leste nas estatísticas a afetar as Pequenas Antilhas. A movimentação de Omar de direção nordeste é altamente incomum e não se achou nada similar exceto o Furacão Lenny.

outubro 05, 2008

TEMPESTADES DE VERÃO

É estimado que existam cerca de 40 mil tempestades de raios (as chamadas trovoadas) todos os dias ao redor do mundo. Aproximadamente 14 milhões todos os anos. As estatísticas são que pelo menos vc seja pego sob uma delas em algum ponto. A grande maioria destas tempestades se formam sobre terra nos trópicos e sub trópicos. Outra área bem comum são as áreas costeiras durante o verão e também nas áreas das convergência intertropical também conhecidas como doldrums ou área de calmaria.No mar as vezes é possível avistá-las qdo ainda se aproximam no horizonte. São os conhecidos “PIRAJÁS”. Sempre que possível devemos reduzir velas, mesmo sabendo que as condições novamente deverão melhorar após a sua passagem. Caso sejamos pegos de surpresa e não haja tempo hábil p rizar as velas, o ideal é arribarmos o barco reduzindo a intensidade do vento relativo. Sempre observando que a ação de evasão deve ser em direção aos extremos da tempestade pois de outra maneira navegaremos junto a ela aumentando o tempo que estaremos sujeitos a sua condição.Outra ação possível é a de cambarmos na tentativa de desviarmos da sua massa central.
A noite tudo fica mais difícil e se o tempo está bem nublado o ideal é já mantermos as velas reduzidas em uma tática de defesa. Outra possibilidade seria o uso do radar para monitorarmos a sua chegada. Neste caso recomendamos as novas telas coloridas que dão uma noção melhor das dimensões da tempestade e de sua intensidade.

setembro 18, 2008

BALANÇO DA TEMPORADA DE FURACÕES 2008



Acabamos de passar pelo ápice da temporada de furacoes no Atlântico Norte – Caribe - Golfo do México. Após a passagem de de uma série de tempestades que parecia interminável e que culminou com o furacão IKE estamos aproveitando um período de dez dias sem nenhuma ocorrência de depressões. Um merecido descanso!!
Foram até agora 9 tempestades com nome das 15 previstas e 3 de grande escala das 5 previstas para toda a temporada.Com certeza uma temporada acima da média seguindo a tendência dos últimos anos. Ainda está muito cedo para baixar a guarda e a destruição deixada por Gustav, Hanna e principalmente por Ike nos deixa ainda mais alertas. As águas do mar do Caribe e do Golfo esfriaram um pouco com o turbilhão deixado no rastro das últimas tempestades e com isso diminuindo o combustível que alimenta a formação dos furacões dentro do Caribe em si, tempestades similares ao Gustav. No entanto sobre a faixa de oceano que fica entre a África e o Caribe as correntes de Jato (Jet Streams) diminuíram a sua intensidade oferecendo menos resistência as baixas pressões que vem galopando saindo do Sahara sobre o Atlântico em direção ao Caribe. São os chamados furacões de Cabo Verde (cape verdes huricanes) tempestades similares ao Ike. São estes justamente que mais ameaçam as Antilhas Menores( Cadeia de ilhas que vai das Ilhas Virgens até Trinidad). Tudo bem, nada de pânico porém nada de displicência também! Ai estão algumas imagens da devastação causada até agora e dos seus causadores, essas entidades vivas, OS FURACÕES, GERADOS PELA RESPIRAÇÃO DO PLANETA TERRA EXCITADO PELO CALOR DO SOL!



setembro 13, 2008

IKKKKKKKKKEARAMBA

(Uma imagem vale mais que mil palavras!!!!)


O furacão IKE está apenas a algumas horas de fazer a sua aterragem na costa do Texas e Louisina. Mesmo estando apenas como categoria 2 (até 120 nós) ele está com uma tempestade gigantesca e mais poderosa do que um categoria 5 justamente pelo seu incrivel tamanho!!! Mesmo os ventos estando a 120 nós é o aumento na maré que assusta aos residentes das áreas costeiras. A energia cinética de IKE atingiu a 150 terrajaules esta manhã maior do que o potencial energético de Katrina e Rita. O potencial para o acrescimo de maré está em 5.1 para uma escala que vai de 1 a 6.Imagine o mar em frente a sua praia preferida subir 2 metros ou mais que a mais alta maré e ainda por cima durante uma ressaca de ondas gigantescas acima deste nível....Pois é isso que os habitantes de Galverston /TX Estão esperando para a tarde de hoje. Esta foto foi tirada esta manhã nas ruas antes da chegada dos ventos. A outra foi por um satélite da NASA e mostra a impressionante onda de choque e o fantástico tamanho desta tempestade tropical.
Em pensar que IKE passou por cima de nós bem ao norte das Ilhas Virgens a apenas 300 milhas como um furacao força 4 porém de diametro bem menor. Por aqui incrivelmente nao sentimos nada a mais que algumas pequenas trovoadas e "pirajás"... (chuva)
UFFFFFFFFFFFFAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!

junho 15, 2007

15 DE JUNHO: A TEMPORADA DE FURACÕES DO CARIBE ACABA DE COMEÇAR

Dia 15 de junho é o inicio oficial da temporada no Atlântico Norte. As previsões indicam uma temporada acima da média (65% a mais de chance de tempestade de categoria 5). Os dados nesta matéria são retirados das previsões do NOAA (National Oceanic e Atmospheric Administration) que é o órgão do governo americano que entre outras atribuições, nomeia as tempestades, desenvolve estatísticas desde 1944 ( desde 1960 por satélite) e desenvolve modelos para previsões dos meteorologistas. É inquestionável a sua capacidade de coleta de dados atmosféricos e oceânicos e ainda a sua capacidade de processar estes dados. No entanto existem alguns questionamentos quanto a sua imparcialidade na interpretação dos resultados das análises.
Por exemplo quanto ao Aquecimento Global: O NOAA insiste em afirmar que o aumento da duração e a maior freqüência de tempestades de força 5 na escala Zafir/Simpson nada tem há ver com o Aquecimento Global. Ora, todos estamos vendo as mudanças drásticas que estão ocorrendo no planeta e mesmo que eles tentem mascarar o resultado de suas predições será difícil esconder os resultados destrutivos de furacões, degelos, enchentes etc...
Por outro lado, políticos usam os resultados desta imensa instituição que é o NOAA para rechaçar pesquisas e propostas alternativas para a utilização de energias menos destrutivas que causassem menos efeitos no equilíbrio do planeta. Será que tem ai um dedo do capital movido a petróleo? Ora amigos todos os anos nós vemos a “Marlboro” ativar o seu lobby e argumentar em tribunais, na mídia e nas câmaras legislativas de todos os países do mundo que tabaco não faz tanto mal assim. Porém quem vai conseguir esconder as centenas de milhões de pessoas adoecendo pelo hábito do fumo? São nossos vizinhos, familiares, concidadãos e por fim nós mesmos que sofremos. E seremos nós os afetados pelas mudanças climáticas causadas pela queima descontrolada de combustíveis fósseis.
Muito bem, agora me diga qual a nação do planeta que além de ter a sua economia calcada na queima desses combustíveis, mantém a sua liderança justamente por isso? Pois é! A mesma que banca o NOAA e suas pesquisas. É o mesmo que deixar a raposa cuidar do galinheiro.
Bem, nós no Veleiro BALEEIRO, aqui no Caribe passamos as temporadas bem embaixo da rota de furacões . As nossas razões para não descer para baixo do paralelo 11 graus norte são diversas. Principalmente pelo fator trabalho. E outros milhões de pessoas fazem o mesmo simplesmente por viverem por aqui.
Se nós usamos a previsão do NOAA?
Sim claro que usamos !!!

Para ter a credibilidade de passar esses relatórios de longo prazo eles tem que pelo menos acertar a curto prazo e nisso não há dúvida que eles são os melhores.
Imagine a situação: Um furacão se aproxima da costa da Flórida, o NOAA diz que o furacão vai passar longe, ato continuo ele destrói a Flórida e mata centenas de pessoas. No dia seguinte de manhã estão todos demitidos e sobre processo penal.
Para navegar por estas águas durante principalmente os meses de agosto setembro e outubro precisa-se muita cautela e estar sempre atento a previsão. A tática é nunca estar mais de 12 horas de um “Huricane Hole” (abrigo com condições especiais) . Melhor ainda há 30 minutos de distância. Alguns deles são na verdade excelentes, outros no entanto deixam a desejar. Por exemplo, La Paraquita em Tortola - BVI. É uma pequena lagoa circundada de manguezais e poucas edificações ao seu redor. Com certeza as ondas não entram, o vento sim, mas como há pouco o que voar nas redondezas o risco de ter uma “Jacuzzi” pousando no seu “cockpit” pode ser descartado. Seria só caso de amarrar o barco de proa para o mangue jogar várias ancoras de popa e esperar pelo melhor. As chances seriam muito boas de sair sem nem um arranhão. Seriam, se não fosse os outros 200 barcos que vão aparecer de última hora. Apenas um arrastando as âncoras, vai pôr o resto das ancoras em efeito dominó.
O Lagoon de St Maarten dependendo da intensidade dos ventos também não presta. Em 1995 o furacão “Louis” subiu ondas de 5 metros dentro da lagoa. 1500 embarcações destruídas. Pilhas de barcos por todos os lados.
Existem em torno de 10 vagas que são ótimas dentro do Lagoon. Fica em Mullet Pond. São perfeitas!! Água funda numa pequena lagoa de mangue. O problema é que quando o primeiro aviso sai vc já tem que estar lá.
Em Antigua as opções são várias e as ancoragens mais vazias. Temos em Culebra um dos melhores em Ensenada Honda, Marigot em St Lucia, o mangue de Point a Pitre em Guadalupe, Ensenada em Porto Rico, Luperon Na Rep. Domenicana. Estes são só alguns exemplos.
Quanto mais se anda durante a temporada de vela mais vc vai pesquisando. Nós, sempre que podemos visitamos os “Hurricane Holes” e fazemos sondagens com o dingue, um prumo e desenhamos pequeno esquete e um rascunho com as melhores árvores para amarrar, o tipo de fundo as profundidades etc...
Apesar de não sermos os únicos a ficarmos por aqui durante a temporada, somos certamente uma exceção. Dos mais de 20 barcos de bandeira brasileira que vimos passar por aqui durante o inverno (verão do Brasil) a maioria seguiu para a Venezuela. Dentre os que desceram este ano estão:
* O Marcelo e a Maura do GARDIAN (sim, eles venderam o Beethoven). Já a 4 anos pelo Caribe, agora de barco novo...
* Junia e Sid a bordo do Catamaran ORION. Estes optaram por Trinidad. Os dois estiveram vários anos por aqui a bordo do seu próprio veleiro o VÔO LIVRE e agora vivem no Orion, de um proprietário brasileiro, num misto de muito trabalho para manter este Lagoon 47` e de aproveitar o Caribe
* Rodrigo, Márcia e filhos no CAVALO MARINHO que estão em La Cruz depois de subirem bem devagar até as Ilhas Virgens Britânicas (BVI)
* Valdo e Cláudia do JASMIM que acabaram de comprar um Beneteau 50` pela Sunsail e depois de um cruzeiro rápido de fim de estação desceram também para La Cruz.
* Sérgio, Eillen e Lucas do GUIZZI que vieram de Floripa e chegaram por aqui em fevereiro estão neste momento a caminho de Trinidad. O outro filho – Paul, embarcou para Europa trabalhando em um veleiro de 150`. Aliás é quase uma praxe as famílias com filhos mais crescidos perderem tripulantes para os Mega Iates.
* Paulo Afonso e a filha Marcela do AXÉ que curtiram umas férias pelo Caribe este ano. Era churrasco pra ninguém botar defeito e agora retornam ao Brasil deixando o veleiro em Trinidad fora da água.
* Dadi e Denise do JADE, um Trawler lindo que só falta mesmo é virar barco a vela, (brincadeiras a parte... hehehe) estão em La Cruz também.
* Marcelo e Marina do MARMAR. Acabam de comprar um Cabo Rico 38` em Antigua, ficaram um tempo pra ajeitar o veleiro em St. Maarten e só deu mesmo pra descer na correria.
“- JÉZUIS!! O último a sair apaga a luz!!”
É claro que esquecemos de alguns, pois parece que a turma perdeu a timidez e está chegando em revoadas cada vez maiores todos os anos.
Em 2005 contamos umas 5 ou 6 bandeiras brasileiras, em 2006 umas 10, em 2007 foram umas 20, este ano perdemos conta...
Ah sim! Quase nos esquecemos do Carioca 6 M.
Malandro, Mas Muito Malandro Merrmo Merrmão. O Flávio do veleiro ACCESS
que chegou aqui de leme quebrado pois bateu em uma baleia a 700 milhas de lugar nenhum. Um troféu pra ele que construiu seu Mc28` no Rio e teve a coragem de enfrentar a subida da costa mais a travessia pro Caribe sem motor. E tem muita gente por ai com veleirão equipado que diz que vai sair mas não está nunca pronto. O Flávio ficou em Antigua e seguiu nossa fórmula de procurar um abrigo e traçar um plano de preparação.
Hoje dia 15 começa a temporada de furacões , mas não quer dizer que vai soprar 100 nós todos os dias... St Maarten, por exemplo não vê ventos com mais de 60 nós desde 1999 (Lenny força 3) e furacão destrutivo mesmo só em 1995 (Louis força 5).
Claro, temos tido sorte por aqui e nada impede de termos uma ou até várias tempestades tamanho família nesta área.
Ainda acreditamos que vale a pena ficar por aqui desde que se esteja por perto de um abrigo de primeira linha como os que citamos acima.
E NÓS NO BALEEIRO?
COMO SEMPRE CURTINDO AS ÁGUAS MAIS AZUIS DO QUE NUNCA DO VERÃO CARIBENHO, AS ANCORAGENS VAZIAS E O CALOR QUE DEMOROU A CHEGAR ESTE ANO.